quarta-feira, 12 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
O jogo de xadrez está cada vez mais popular, e com isso cativando mais e mais pessoas, principalmente entre jovens onde o estímulo tem sido maior. Junto com essa popularidade têm surgido perguntas sobre sua idoneidade. Determinar seu inventor ou como se originou é quase impossível. Na história dos jogos de tabuleiro, o xadrez tem umas das origens mais controversas, podendo ser derivado de jogos encontrados na Índia, no Egito, na Assíria, na Pérsia (atual Irã), na China, na Grécia, na Arábia, na Irlanda e no Uzbequistão.
Apesar de vários países afirmarem terem inventado alguma forma primitiva de xadrez, uma das versões mais aceitas é que o jogo teria se originado na Índia. Uma das evidências seria que os nomes Árabe, Persa, Grego, Português e Espanhol para xadrez, são todos derivados do Sânscrito (língua clássica da Índia antiga que influenciou praticamente todos os idiomas ocidentais), Chaturanga.
Acredita-se que os persas teriam criado uma versão mais similar ao xadrez, o Chatrang ou Shatranj.Outra explicação, apoiada por Joseph Needham e David H. Li, é que o xadrez seria derivado de um jogo similar chinês, o Xiangqi (conhecido no ocidente como xadrez chinês, ou a um predecessor desse, que já existiria desde o século 2 a.C).
Seria o jogo de xadrez uma recreação compatível com o jovem cristão? Veja estas citações:
Todas estas citações foram tiradas no contexto de seções onde Ellen White comenta sobre recreação, uma mesma citação é usada em cinco dos seus livros porém com algumas pequenas mudanças. Sendo assim resolvi incluir todas.
Há distrações, como sejam a dança, o jogo de cartas, xadrez, etc., que não podemos aprovar, porquanto o Céu as condena. Essas diversões abrem a porta a grandes males. Não são benéficas em sua tendência, antes exercem efeito sedutor, produzindo em alguns espíritos uma paixão por aquelas diversões que conduzem ao jogo e à dissipação. Todos esses divertimentos merecem ser condenados pelos cristãos, devendo o seu lugar ser substituído por qualquer coisa perfeitamente inofensiva. Conselhos pais, professores e estudantes – pág. 346
Há distrações, como sejam a dança, o jogo de cartas, xadrez, damas, etc., que não podemos aprovar porquanto o Céu as condena. Essas diversões abrem a porta a grandes males. Não são benéficas em sua tendência, antes exercem efeito viciante, produzindo em alguns espíritos uma paixão por aquelas diversões que conduzem ao jogo e à dissipação. Todos esses divertimentos merecem ser condenados pelos cristãos, devendo o seu lugar ser substituído por qualquer coisa perfeitamente inofensiva. Conselho sobre saúde – pág. 195
Há distrações, como sejam a dança, o jogo de cartas, xadrez, damas, etc., que não podemos aprovar porquanto o Céu as condena. Essas diversões abrem a porta a grandes males. Não são benéficas em sua tendência, antes exercem efeito estimulante, produzindo em alguns espíritos uma paixão por aquelas diversões que conduzem ao jogo e à dissipação. Todos esses divertimentos merecem ser condenados pelos cristãos, devendo o seu lugar ser substituído por qualquer coisa perfeitamente inofensiva. Mensagens aos jovens – pág. 392
Há diversões tais como dançar, jogar cartas, xadrez, damas, etc., que não podemos aprovar, pois que o Céu as condena. Esses divertimentos abrem a porta para grandes males. Não são benéficos em sua tendência, e têm uma influência estimulante, produzindo em alguns espíritos uma paixão por esses jogos que levam ao jogo de azar e dissipação. Todos esses jogos devem ser condenados pelos cristãos, e substituídos, por algo perfeitamente inofensivo. Mente, caráter e personalidade – 2 pág. 736
Há divertimentos, como a dança, o jogo de cartas, as damas, o xadrez, etc., que não podemos aprovar porque o Céu os condena. Esses divertimentos abrem a porta para grandes males. Não são de tendência benéfica, mas têm influência estimulante, produzindo em alguns espíritos a paixão por aqueles folguedos que levam a jogatinas e dissipação. Tais divertimentos devem ser condenados pelos cristãos, pondo-se em seu lugar alguma coisa que seja perfeitamente inofensiva. O lar adventista – pág 498
Estes textos falam por si mesmos, e destacam pontos fortes que não corroboram em nada para o nosso crescimento espiritual, efeito sedutor, produz vício, exercem efeitos estimulantes, levam a jogatinas e jogos de azar. Mas o ponto mais forte que merece destaque é a frase o Céu os condena. Não existe frase mais contundente e que exprima mais severidade do que esta. Por que não devo me associar a estas coisas? Deus não aprova.
Veja o que diz o apóstolo Paulo:
1Co 6:12 “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”.
1Co 10:23 “Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam”.
1Co 10:13 “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”.
Fp 4:8 "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento".
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